A Biologia Molecular
Bom Pastor

A biologia molecular é a área da biologia que busca estudar os organismos do ponto de vista molecular, focando principalmente na base para todos organismos, os ácidos nucleicos, que formam RNAs e DNAs que posteriormente dão origem à proteínas.

Nascida da junção dos ramos da genética, da bioquímica e da biologia celular, a biologia molecular é um campo que visa entender os fenômenos biológicos e como estes se relacionam com o material genético do organismo. Mais especificamente, ela estuda os processos de replicação, transcrição e tradução do material genético e a regulação destes processos.

Conheça os exames realizados
A Biologia Molecular Bom Pastor
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Exames

Conheça os exames realizados pelo Laboratório Bom Pastor

DETECÇÃO MOLECULAR DE HPV Mulheres infectadas com o HPV 16 e/ou HPV 18 têm um risco aumentado de... Veja mais

INSTRUÇÕES AO PACIENTE
- Mínimo de 08 horas sem higiene local para coleta peniana, anal ou genitália externa feminina.
. Coleta uretral: colher preferencialmente pela manhã sem urinar, ou com retenção urinária de 4 horas
. Não estar menstruada. Aguardar 48 horas após o término da menstruação para realizar a coleta.
. Nas 72 horas que antecedem a coleta:
- Não fazer exame digital (toque) ou assepsia endovaginal;
- Manter abstinência sexual;
- Não usar creme/óvulo vaginal, ducha ou lavagem interna (endovaginal);
- Não fazer ultrassom transvaginal ou colposcopia;
- Não fazer peniscopia;
. É recomendável aguardar 6 meses após cauterização ou tratamento para testar a eficácia do tratamento. Verificar sempre a orientação médica quanto ao tempo de espera e seguir essa orientação. Caso não haja orientação, passar nossa recomendação e solicitar que se confirme com o médico assistente.
. Não realizamos a coleta do material de biópsia, pois trata-se de um procedimento médico.

Mulheres infectadas com o HPV 16 e/ou HPV 18 têm um risco aumentado de progressão para displasia e câncer cervical em comparação com as mulheres infectadas com outros genótipos de HPV de alto risco. A detecção dos 14 genótipos de HPV de alto risco e genotipagem do HPV 16 e HPV 18 permite a avaliação de risco e a gestão do paciente.
DETECÇÃO MOLECULAR DO CORONAVÍRUS SARS-CoV-2 - COVID-19 COMENTÁRIO (INFORMAÇÃO TÉCNICA/SOBRE O... Veja mais

INSTRUÇÕES AO PACIENTE

- Evitar o uso de sprays nasais ou outros medicamentos de uso no dia da coleta.
- Orientar o paciente a assoar o nariz antes da coleta.

COMENTÁRIO (INFORMAÇÃO TÉCNICA/SOBRE O EXAME/PARA QUÊ SERVE O EXAME):

O coronavírus 2019 (2019-nCoV) é um novo vírus que causa doenças respiratórias altamente contagiosa de natureza viral grave em humanos e pode ser transmitido de pessoa para pessoa por meio de gotículas de saliva, espirros, tosse, seguido de contato com a boca, nariz e olhos, ou objetos e superfícies contaminados. Este vírus foi identificado pela primeira vez durante uma investigação sobre um surto de doença respiratória em Wuhan, China. Os sintomas do Covid-19 são febre, tosse e dificuldade para respirar. Para aumentar a probabilidade de detecção da infecção por 2019-nCoV, recomenda-se a coleta de amostras biológicas do trato respiratório superior e/ou inferior.

Frente a caso suspeito, as amostras devem ser coletadas o mais rápido possível e seguir o protocolo laboratorial definido pelo ministério da saúde. Atenção para atualizações frequentes do protocolo do ministério da saúde. Este teste realiza a pesquisa do patógeno 2019nCoV por meio de PCR em tempo real. Prezados clientes, por gentileza atentar que o prazo do exame deve ser considerado a partir da chegada da amostra na unidade molecular. Em caso de dúvidas a equipe de assessoria estará à disposição.
DETECÇÃO MOLECULAR DO MYCOBACTERIUM TUBERCULOSIS COMENTÁRIO (INFORMAÇÃO TÉCNICA/SOBRE O... Veja mais

COMENTÁRIO (INFORMAÇÃO TÉCNICA/SOBRE O EXAME/PARA QUÊ SERVE O EXAME):

Mycobacterium tuberculosis (MTB) é o agente causador de uma grave doença respiratória, a tuberculose. Atualmente esta doença cresce significativamente devido à ocorrência de cepas multirresistentes, ao aumento no número de pacientes imunodeficientes e as maiores taxas de migração da população. A infecção pela MTB ocorre principalmente nos pulmões e pode ser detectada em amostras de escarro, lavado broncoalveolar e biópsias do pulmão. Infecções também podem aparecer em locais atípicos causando meningite basilar, tuberculose gangliforme, infecções urogenitais, infecções nas articulações e infecções nos olhos. Os testes clássicos designados para o diagnóstico da tuberculose são baseados na coloração acidófila do MTB e microscopias, acompanhadas por uma cultura para confirmação. Estes métodos tradicionais além de requererem bastante tempo (a cultura, por exemplo, necessita de 2 a 4 semanas), possuem uma baixa sensibilidade. Portanto, as metodologias baseadas em PCR, que são rápidas e sensíveis, gradativamente tem se tornado procedimentos preferenciais para o diagnóstico da tuberculose. Estes métodos são capazes de registrar pequenas quantidades de patógeno em ampla diversidade de material clínico. O resultado positivo do exame de detecção de Mycobacterium tuberculosis por PCR deve ser considerado apenas como prova da doença. A detecção pelo método molecular pode ser negativa em casos de localização extrapulmonar, estado latente do portador ou devido à amostra clínica inadequada.

Este teste é capaz de detectar o DNA do complexo Mycobacterium tuberculosis a partir de amostras frescas de origem respiratória. Para amostras em que se detecta o Mycobacterium tuberculosis, é realizado também o teste de resistência à rifampicina. O teste avalia mutações no gene rpoB do complexo Mycobacterium tuberculosis associadas à resistência a esta droga. A resistência à rifampicina raramente ocorre isoladamente, portanto é um indicador que agrega maior peso à resistência aos outros fármacos anti-tuberculose, indicando a necessidade de testes de sensibilidade completos aos outros agentes, incluindo os fármacos de segunda linha. O resultado deste teste deve ser interpretado em conjunto com outros dados clínicos cabendo ao médico a tomada das decisões terapêuticas do paciente.
DETECÇÃO MOLECULAR DO ANTÍGENO HLA B27 Espondiloartropatias (SpA) são doenças reumáticas... Veja mais

"46 TEMPO DE JEJUM - Jejum não obrigatório.\~ "

Espondiloartropatias (SpA) são doenças reumáticas crônicas comuns, podendo ser diferenciadas em Espondilite Anquilosante (EA), um subconjunto de Artrite Psoriásica (AP), Artrite Reativa (AR), artrite associada à doença inflamatória intestinal e Espondiloartropatia Indiferenciada. Estes fenótipos são dificilmente diferenciados porque podem ocorrer simultaneamente ou sequencialmente em um mesmo indivíduo.
Estudos sugerem que há componentes que predispõem a estas patologias, um dos mais conhecidos é o HLA-B27, cuja expressão é altamente relacionada à Espondilite Anquilosante (EA), que é uma doença inflamatória crônica que acomete preferencialmente a coluna vertebral e as articulações sacro ilíacas. Esta condição é caracterizada por dor nas costas e rigidez que geralmente aparecem na adolescência ou início da idade adulta. Com o tempo, o movimento das costas gradualmente se torna limitado à medida que os ossos da coluna (vértebras) se fundem. Essa fusão óssea progressiva é chamada de anquilose.
A pesquisa do HLA-B27 pode ser utilizada para auxiliar no diagnóstico desta doença, porém é fundamental um exame clínico rigoroso e outros exames para confirmar o diagnóstico, uma vez que nem todos os portadores do alelo HLA-B27 desenvolvem a doença.

Um avanço que converte dados moleculares em inteligência clínica de alto valor, ampliando de forma consistente a capacidade de prevenção, diagnóstico precoce e monitoramento contínuo da saúde.

Processamento
das amostras

Conheça as etapas como é realizado o processamento das amostras

Etapa 1
Etapa 1
Extração e Purificação

Nesta primeira etapa todas amostras passam por um processo de extração do material genético e purificação para remover produtos que podem alterar na execução do exame.
Existem diversas maneiras de extração do material genético, e escolha da metodologia depende do tipo de material a ser utilizado para amplificação de DNA ou RNA.

Etapa 2
Etapa 2
Adição de Oligonucleotídeos e Enzimas

Para que aconteça a etapa de amplificação do material genético é necessária uma enzima polimerase, nesta etapa são adicionados nucleotídeos e oligunucleotideos iniciadores que flanqueiam o gene alvo de estudo. A enzima em conjunto com os iniciadores identifica o alvo genético e amplifica produzindo diversas cópias para a identificação do gene, além disso, dependendo se material for RNA deve ser adicionado outra enzima chamada transcriptase reversa para converte em cDNA para posteriormente fazer a amplificação.

Etapa 3
Etapa 3
Amplificação

Nesta última etapa as amostras junto aos controles são colocadas no termociclador em tempo real para que ocorra a amplificação, assim chamamos de Reação em Cadeia da Polimerase (PCR). O teste se passa em tempo real podendo ser acompanhado a emissão de fluorescência para a detecção do gene em estudo, após o termino das ciclagens o equipamento fornece gráficos que devem ser interpretados e laudados para a conclusão do exame.

Notas técnicas

Contato

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